não digo que foi a pior coisa que já me aconteceu ou a pior coisa que poderia ter acontecido, mas doeu. a princípio, não quis crer. mesmo agora, consciente, o aperto entre pulmões é consequência da vontade agonizante do passo à frente com que te abandono, abandono toda sua imagem construída em mim, abandono anos, sorrisos, conselhos, birras, e band-aids.
preciso fazer questão de abandonar o que já me fez tão bem e se mostra hoje veneno. é uma questão de amor, sim: amar a mim.
você.
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